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Nintendo está desenvolvendo conteúdo para celulares, diz jornal

Casa de Mario, Donkey Kong e companhia aparentemente trabalha em mini games que visam atrair consumidores para seus jogos


(Fonte da imagem: Reprodução/Kotaku)

Já é sabido que a Nintendo não pretende levar seus jogos para outras plataformas. Entretanto, a Big N havia mencionado planos de usar os aparelhos móveis para atrair consumidores para seus games, o que, segundo o jornal japonês Nikkei, deve acontecer futuramente.

Segundo a publicação, a ideia da casa de Mario é desenvolver mini games que façam as pessoas entenderem o apelo dos jogos da Nintendo em um período curto. Como consequência, elas seriam convencidas a dar uma chance ao título e comprá-lo em sua versão completa.

A publicação também informa que isso será revelado de forma oficial em uma conferência com investidores a ser realizada na próxima quinta-feira (30), onde também serão discutidos outros planos. Entre eles estão a ideia de oferecer ao usuário a possibilidade de comprar jogos para Wii U e Nintendo 3DS utilizando o smartphone e a divulgação de vídeos de marketing.

Vale lembrar que até o momento a Nintendo ainda não fez um pronunciamento oficial sobre o assunto.


(Fonte da imagem: Reprodução/The Guardian)

Ideia antiga

O próprio presidente da Nintendo, Satoru Iwata, havia mencionado anteriormente a vontade de utilizar smartphones para introduzir conteúdo da Nintendo para um número maior de pessoas.

“Acho que devemos fazer um esforço e aproveitar a existência [dos smartphones]. Por exemplo, nós já tornamos possível navegar pelo serviço Miiverse do Wii U em aparelhos do tipo. Começando com essa ideia, estamos discutindo como podemos expandir o uso deles para ajudar a atrair [consumidores] para os consoles”, comentou Iwata.

“A timeline do Twitter cheia de tweets sobre Monster Hunter e Pokémon pode certamente ajudar a criar uma conscientização para os nossos produtos, e também sabemos que muitos assistem o Nintendo Direct em seus smartphones. Mais que simplesmente vê-los como competidores, devemos considerar a possibilidade de usá-los em nossos negócios”, concluiu o executivo.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br